domingo, 9 de novembro de 2008

Promessas


Aquilo que eu não posso cumprir
se eu não te prometer;
Desculpe, mas não posso fingir
que sou capaz.

Tem dias em que eu quero sumir
para tentar te esquecer.
Mas é só voce surgir,
para eu voltar atrás.

Não posso mais fingir
que não é comigo.
Não somos mais amigos.

Não posso mais mentir
que não corro perigo,
se mergulhei num abismo.

Aquilo que eu não posso esconder
e nem tentar controlar;
Desculpe, mas não posso viver
de imaginação.

Não peça para eu te esquecer,
nem tentar disfarçar.
Coragem é admitir
o que me satisfaz.

Não posso mais fingir
que não é comigo.
Não somos mais amigos.

Não posso mais mentir
que não corro perigo,
se mergulhei num abismo.

Se não há crime,
Não há porque ter castigo.
Dispenso as chaves desse esconderijo.

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